Nalguma coisa somos os maiores e melhores.
Infelizmente é na Gula dos nossos bancos.
Os bancos portugueses são os que praticam um diferencial de juros maior entre aquele que pagam em depósitos e aquele que recebem quando concedem crédito a empresas.
Ou seja, a margem financeira da banca portuguesa para o segmento empresarial não encontra paralelo no espaço do euro.
Na altura em que começam a esbater-se as dificuldades de financiamento do sistema financeiro português, os bancos nacionais têm vindo a aumentar a concessão de crédito a empresas.
No entanto, fazem-no com estes ganhos, recusando-se a baixar os custos dos empréstimos.
A banca nacional continua a tirar partido do acesso aos fundos do Banco Central Europeu, com uma taxa de juro de um ponto percentual, e começa também a reentrar no mercado de emissões de dívida. Quatro dos maiores bancos portugueses foram ainda alvo de ajuda pública, na ordem dos 5.6 mil milhões de euros, embora neste particular com juros elevados.
De acordo com os dados do Banco de Portugal, 204 e 136 pontos base acima da média da zona euro. Para se ter uma ideia mais concreta desta dimensão, a segunda margem financeira mais elevada pertence ao Chipre, com 2.97% para créditos até um ano (um 1% atrás do valor do caso português) e a Malta, com 2.84%, para créditos entre um e cinco anos.
A exceção encontra-se no crédito com maturidade superior a cinco anos, onde a margem financeira é de 1.39%, abaixo da média da zona euro de 1.46%.
Uma diferença irrisória, mais que bem compensada pelas maturidades mais curtas.
Não admira que em breve, também as PMEs e outras companhias nacionais tenham em Portugal que recorrer às empresas de crédito, e será vê-las a acederem à net para saberem quanto lhes ficam os empréstimos através do simulador de crédito da Flexibom.
Afinal, qual é a diferença?
Infelizmente é na Gula dos nossos bancos.
Os bancos portugueses são os que praticam um diferencial de juros maior entre aquele que pagam em depósitos e aquele que recebem quando concedem crédito a empresas.
Ou seja, a margem financeira da banca portuguesa para o segmento empresarial não encontra paralelo no espaço do euro.
Na altura em que começam a esbater-se as dificuldades de financiamento do sistema financeiro português, os bancos nacionais têm vindo a aumentar a concessão de crédito a empresas.
No entanto, fazem-no com estes ganhos, recusando-se a baixar os custos dos empréstimos.
A banca nacional continua a tirar partido do acesso aos fundos do Banco Central Europeu, com uma taxa de juro de um ponto percentual, e começa também a reentrar no mercado de emissões de dívida. Quatro dos maiores bancos portugueses foram ainda alvo de ajuda pública, na ordem dos 5.6 mil milhões de euros, embora neste particular com juros elevados.
Não serão ajudas demais para poderem conceder melhor crédito às empresas portuguesas?
O diferencial entre os juros médios praticados no saldo de depósitos e no saldo de crédito a empresas era de 3.97% em Novembro, para créditos até um ano, e de 2.87% para créditos entre um e cinco anos.De acordo com os dados do Banco de Portugal, 204 e 136 pontos base acima da média da zona euro. Para se ter uma ideia mais concreta desta dimensão, a segunda margem financeira mais elevada pertence ao Chipre, com 2.97% para créditos até um ano (um 1% atrás do valor do caso português) e a Malta, com 2.84%, para créditos entre um e cinco anos.
A exceção encontra-se no crédito com maturidade superior a cinco anos, onde a margem financeira é de 1.39%, abaixo da média da zona euro de 1.46%.
Uma diferença irrisória, mais que bem compensada pelas maturidades mais curtas.
Não admira que em breve, também as PMEs e outras companhias nacionais tenham em Portugal que recorrer às empresas de crédito, e será vê-las a acederem à net para saberem quanto lhes ficam os empréstimos através do simulador de crédito da Flexibom.
Afinal, qual é a diferença?

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